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Aviso 20 do Fundo de Eficiência EnergéticaLogoPNAEE promove Solar Térmico

Questionário sobre etiquetagem energética

Qual a mais valia das etiquetas energéticas no dia-a-dia dos consumidores?lb-sm_tw-quest-et-labelpack

Para compreender a importância da etiqueta energética nomeadamente das novas etiquetas para produtos e sistemas de aquecimento ambiente e de produção de água quente, a DECO, a ADENE e a APISOLAR estão a realizar um inquérito para o qual gostaríamos de pedir a sua colaboração.

A sua opinião é essencial, partilhe-a connosco preenchendo este breve questionário.

O contexto do projeto Label Pack A+

No contexto das Diretivas Comunitárias Ecodesign e, em particular, da Diretiva da etiqueta exemploEtiquetagem Energética, a partir do dia 26 de setembro de 2015 todas as novas instalações de aquecimento ambiente e de água quente devem apresentar a etiqueta energética, aplicando-se este requisito não só a produtos individuais, mas também as sistemas mistos, ou seja soluções constituídas por produtos convencionais, controladores de temperatura e/ou sistemas solares térmicos.

É este o grande desafio que esta nova etiquetagem lança ao mercado, o da etiquetagem de sistemas mistos, dado que a responsabilidade de emissão da mesma nem sempre recai sobre os fornecedores, podendo ser dos  instaladores sempre que se tratem de sistemas customizados, definidos à medida de cada cliente individual. Nesta situação cabe ao fornecedor ou instalador garantir que a etiqueta energética do sistema misto é apresentada e explicada ao consumidor no momento de decisão de compra.

É visando apoiar e dinamizar a implementação da nova regulamentação de aquecimento que surge o projeto Label Pack A+, um projeto que visa ser o ponto de contacto entre os vários agentes do mercado e o consumidor final, disponibilizando formações e materiais gratuitamente, que ajudem os profissionais e o consumidor final a tirar proveito das mais-valias que a etiqueta energética traz a mercado do aquecimento.

Para tal, o consórcio Europeu desenvolveu um conjunto de ferramentas e materiais  de entre as quais realçamos a ferramenta online para simulação e emissão das etiquetas de sistemas misto, uma ferramenta essencial de apoio aos profissionais com responsabilidade de emissão da etiqueta aquando da venda de um sistema de aquecimento ou produção de águas quentes.

Foram igualmente desenvolvidos materiais informativos, quer para profissionais quer para o consumidor final.

O projeto Label Pack A+ é desenvolvido no âmbito do programa Horizonte 2020, este projeto é liderado pela ESTIF – Federação Europeia da Indústria Solar Térmica, envolve cerca de 11 parceiros em seis países, sendo o consórcio Português constituído pela ADENE – Agência para a Energia, APISOLAR – Associação Portuguesa de Energia Solar e DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, no consórcio Português.

 

 

Aviso 20 do Fundo de Eficiência Energética promove Solar Térmico

O instrumento financeiro – Fundo de Eficiência Energética (FEE) – que operacionaliza o Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE), anunciou no passado dia 8 de julho a abertura do Aviso 20 relativo aos Edifícios Eficientes e que prevê a possibilidade de financiamento de candidaturas para a implementação de medidas que promovam a eficiência energética.

O objetivo do Aviso 20 é financiar medidas que conduzam à melhoria do desempenho energético de edifícios do setor Residencial e de Serviços, nomeadamente nas vertentes de:
•Requalificação de sistemas de aquecimento de água quente sanitária
•Instalação de janelas eficientes
•Requalificação de isolamento térmico em coberturas, pavimentos e paredes

No caso de edifícios de serviços, o aviso considera também a requalificação de iluminação interior.

O Aviso conta com uma dotação de €1.100.000 (um milhão e cem mil euros) distribuídos por:
•Edifícios residenciais: €550.000
•Edifícios serviços: €550.000

O financiamento previsto não é reembolsável e cada candidatura pode concorrer até ao valor máximo indicado na tabela seguinte:

É importante referir que o beneficiário pode concorrer a mais do que uma medida, podendo no mesmo formulário inscrever as medidas a que se propõe.

As candidaturas estão abertas a partir de dia 8 de julho e decorrem durante um prazo máximo de 4 meses, fechando a submissão a 8 de novembro de 2016.

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